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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Michael da Silva

Chrome vai bloquear sites com botões de download falsos e fraudes similares

Quem é veterano no grande reino da internet sabe que fazer downloads seguros e escapar de malwares nem sempre é uma atividade fácil – ou divertida. Felizmente, a Google parece disposta a dar uma mãozinha a usuários de todos os níveis de experiência com a atualização de uma das ferramentas de seu navegador-padrão. A partir de agora, o Chrome vai utilizar a ferramenta de Safe Browsing (Navegação Segura) para bloquear páginas com banners, anúncios e alertas falsos que visam infectar a sua máquina.
A ideia é que qualquer tipo de engenharia social que tenha como objetivo enganar o internauta seja detectada pelo browser e resulte na famosa tela vermelha do programa – um aviso claro de que alguma coisa está errada. Assim, não estranhe se começar a ver menos daquelas páginas com múltiplos botões de download – dos quais você nunca sabe qual é o correto – que trazem “supresas”, como a sua visita ao link ser a de número um milhão – acredite, não é e não há nenhum prêmio – ou com atalhos para updates suspeitos.
 
Embora isso possa parecer mais uma mudança para melhorar a experiência do usuário, a novidade pode realmente fazer a diferença entre ter seus dados pessoais acessados por invasores virtuais ou não. Isso porque, em muitos casos, esses artifícios dos criminosos na web envolvem campos de login adulterados para obter dados bancários, alertas para atualização de uma extensão que, na verdade, inserem códigos maliciosos no seu PC e até o uso de réplica de URLs seguras para conquistar a confiança dos visitantes.
Segundo o blog de segurança da Google, esse é apenas mais um passo na nova política da companhia para lidar com ataques desse tipo, com mais medidas sendo prometidas para o futuro para melhorar a qualidade da navegação na internet. Embora o recurso seja avançado e mostre a robustez dos browsers atuais, ele ainda pode se enganar. Caso você seja o dono de um site que tenha sido acusado erroneamente de phishing ou engenharia social, basta entrar na página de suporte da empresa para tentar resolver sua situação.
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domingo, 15 de novembro de 2015

Michael da Silva

Falha no Chrome permite invadir aparelhos Android com apenas um link

Um pesquisador descobriu que o Chrome para Android possui uma vulnerabilidade tão grave que basta o usuário acessar um site contendo um link específico para que o agente mal intencionado tome conta do aparelho.
O problema foi revelado nesta semana por Guang Gong, pesquisador da Quihoo 360, durante um evento em Tóquio. Ele trabalhou durante três meses para fazer com que a técnica de exploração funcionasse e, no palco, conseguiu em apenas uma tentativa.
Na demonstração, feita com o Nexus 6, Gong contou que o problema envolve o motor V8 do JavaScript, mas não deu detalhes. E a falha atinge qualquer versão do Android, segundo o The Register, que acompanhou o evento.
O Google levou as informações para dentro e agirá para corrigir a questão. O pesquisador provavelmente será bem recompensado pela descoberta, uma vez que avisou a gigante de buscas antes que ela se tornasse pública.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Michael da Silva

Google Chrome bate recorde em número de usuários ativos


O Google Chrome pode ainda não estar presente na maioria dos computadores do mercado, mas seu número de usuários não para de crescer. Segundo a empresa de análise de dados Net Applications, o browser já é utilizado por 31% dos usuários, representando um crescimento anual de 46% desde o seu lançamento, em 2008.

Enquanto isso, o Internet Explorer, presente em 50% dos PCs do mundo, continua em queda. Para se ter uma ideia, esse mesmo índice foi registrado pela última vez antes da virada do século, na década de 1990. Na época, o IE ainda disputava espaço com o extinto Netscape.

Já o Edge, navegador introduzido pela Microsoft no recém-lançado Windows 10, não parece ter conseguido reverter o fracasso do antecessor, pelo menos em seus primeiros meses. O browser conta com 2,7% de participação no mercado, mas, apesar de um ligeiro crescimento, o resultado foi abaixo do mês anterior (setembro).

Atrás do Chrome e à frente do Edge está ainda o Mozilla Firefox, com 11% dos usuários. Em relação ao mês anterior à medição, o navegador sofreu uma queda de 0,2%. É o índice mais baixo para o browser desde 2005.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Michael da Silva

Chrome é o navegador que mais consome bateria no Windows 10


Um teste feito pelo site Digital Citizen comparou o desempenho dos principais navegadores da web em três aparelhos diferentes rodando Windows 10. O objetivo era descobrir qual dos browsers consome mais energia da bateria, e o "vencedor" foi um dos mais populares entre os usuários: o Google Chrome.

Os modelos testados foram o Surface Pro 3, híbrido de tablet e notebook da Microsoft; o ZenBook, da Asus; e o tablet Portege, da Toshiba (que também pode ser usado como notebook se acoplado a um teclado, mas não foi o caso aqui). Em cada dispositivo foi instalada a versão mais recente do Mozilla Firefox, Google Chrome, Opera, Microsoft Edge e Internet Explorer, sem extensões ou configurações personalizadas.

Nos três dispositivos, o campeão de economia de energia foi o "básico" Internet Explorer. Em relação ao Google Chrome, o antigo navegador da Microsoft chegou a salvar entre 30 minutos e uma hora de bateria. O Edge, browser padrão no Windows 10, ficou em segundo lugar, salvando dois minutos de tempo de recarga a menos do que o antecessor.

Em terceiro lugar, nos três testes, ficou o Firefox. Usar o browser da Mozilla fez a bateria dos aparelhos durar entre 3 horas (no Surface Pro) e 5 horas (no Toshiba Portege). Já o Opera, em quarto lugar, ficou empatado com o Chrome quando executado no tablet da Toshiba, consumindo a energia do aparelho em cerca de 282 minutos (pouco mais de 4 horas e meia).

O Chrome, maior consumidor de bateria entre os navegadores testados, teve seu pior desempenho no Surface Pro da Microsoft. Com ele, a bateria do dispositivo durou 152 minutos - ou duas horas e meia. A diferença em comparação com o econômico Internet Explorer chegou a 28%.

Naturalmente, o resultado do teste pode ser diferente da experiência de cada usuário, considerando o modelo do dispositivo utilizado, a versão do navegador e até as tarefas executadas por ele. Afinal, economizar bateria nem sempre justifica perdas em segurança e velocidade (como é o caso do Internet Explorer).

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Michael da Silva

Google remove desconhecida central de notificações do Chrome



O Google anunciou nesta quarta-feira, 14, a remoção de um recurso do Chrome que poucos usuários sequer sabiam que existiam. A partir do mais recente update do navegador, você não terá mais acesso à central de notificações.

O recurso estava quase escondido no browser desde 2013, quando o Google passou a oferecer suporte para notificações em push para aplicativos na web. Desse modo, o usuário pode receber um alerta toda vez que o app quiser chamar sua atenção, assim como no celular.

Bastava, então, acessar a central de notificações para ver todos os alertas de aplicativos pendentes. Com o tempo, porém, desenvolvedores passaram a adotar o sistema de notificações de desktop. Ou seja: em vez de chamar a atenção através do ícone de um sino na barra de endereços, o app aparece para o usuário diretamente na tela, independentemente de qual aba ou janela esteja aberta.

Um exemplo desse sistema é o Whatsapp para web, que avisa o usuário de novas mensagens através de uma caixa que aparece no canto inferior direito da tela; ou mesmo o Google Now, para quem tem conta sincronizada com o Android. Desse modo, o Google explica que poucos usuários sequer visitavam a central de notificações dentro do Chrome, e que, por isso, o recurso será desativado.

Na prática, a mudança tem mais efeito para desenvolvedores. Se o seu aplicativo mandar uma notificação para a central do Chrome, você receberá uma mensagem de erro. Qualquer outra forma de alertar o usuário - ou seja, notificações de desktop - continuarão funcionando normalmente.
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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Michael da Silva

Extensão moderniza o visual do Facebook no desktop; conheça

Rof Tentik, desenvolvedor do Facebook Flat Chrome Extension, extensão para Chrome que pode ser instalada a partir deste link, relatou ao site The Next Web um possível novo design para o Facebook. A ideia é inspirada em sua extensão, buscando solucionar uma série de problemas que ele encontrou. 



Tentik conta que a forma plana de design do Facebook Flat permite que as páginas que contém elementos gráficos complexos carreguem mais facilmente, aumentando significativamente seu desempenho. Além disso, o design plano de adapta a diferentes dispositivos tanto no mobile quanto no desktop e permite abraçar o espaço em branco.

Reprodução


Como último ponto, o autor do projeto defende que o design plano transmite maturidade e simplicidade à estética visual do produto. A primeira alteração seria na própria estrutura organizacional dos elementos do Facebook, que poderia ser muito mais simples. 

Tentik ressalta ainda que, para ele, a parte mais confusa do Facebook é sua borda de ferramentas à esquerda e compara a evolução dela ao longo do tempo, como é possível ver na foto abaixo. 

Reprodução

A criação do Facebook Flat tem como objetivo criar um design para o Facebook mais focado no conteúdo, aplicando os princípios de uso do design plano. As alterações estéticas, tipográficas, cores e efeitos minimalistas permitem uma interface mais leve e que oferece maior desempenho, segundo Tentik. As técnicas que o designer usou podem também ser conferidas no Web UI Design Trends 2015 e 2016. 
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