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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Michael da Silva

Google força aplicativos a seguir seus padrões de design no Android 'puro'

Embora o Google ofereça orientações aos desenvolvedores sobre como criar um aplicativo que seja esteticamente compatível com o visual do Android, nem todos seguem a receita. Agora, a empresa decidiu forçar os apps a seguir os padrões de design determinados na launcher Google Now.
Uma "launcher" é um software que determina o visual do sistema Android em um celular. Enquanto Samsung, LG, Sony e outras fabricantes usam launchers customizadas, a versão original (contida nos smartphones da linha Nexus e nos da Motorola) é a chamada Google Now, também conhecida como o visual do Android "puro".
Com a nova atualização recebida pela launcher do Google, os ícones dos aplicativos agora são redimensionados de modo que todos fiquem do mesmo tamanho. Ícones que ultrapassam os limites, como o do Facebook Messenger, Evernote e outros, terão seu tamanho reduzido; enquanto os que são pequenos demais para os padrões do Android serão maximizados. Esse GIF explica a mudança:

Reprodução 
A diferença pode ser quase imperceptível para os menos detalhistas, mas certamente deve trazer mais "harmonia" à tela de aplicativos do Android. Além disso, o update traz um recurso exigido há algum tempo pelos usuários: rotação automática na tela inicial. Agora, se o celular estiver na horizontal, os apps e o plano de fundo se reorganizam na mesma direção.
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Michael da Silva

M, assistente do Facebook, usa pessoas reais para resolver problemas


Já teve a sensação de que o assistente pessoal do seu celular é muito impessoal? Tanto faz se é a Cortana, a Siri ou o Google Now, todos eles não vão além de alguns comandos pré-programados. É aí que entra o M, o novo assistente do Facebook embutido no Messenger. Ele foi criado para não ser limitado pela inteligência artificial; na verdade, ele se baseia na inteligência humana, literalmente, para resolver problemas inesperados.

Isso porque ele usa pessoas reais do outro lado do chat que assumem o controle quando os algoritmos são incapazes de solucionar o problema do usuário. Como a ferramenta ainda está em fase inicial de testes públicos e ainda não tem acesso a outros aplicativos, como é o caso dos outros três assistentes mais populares, frequentemente outros humanos acabam assumindo as rédeas da situação.

O Facebook tem “algumas dúzias” (o número não é divulgado), segundo o The Verge, de prestadores de serviços que a empresa chama de “treinadores”. Eles são os responsáveis por fazer a coisa funcionar e erguer o nível do M a um patamar muito mais alto de capacidade do que outros serviços podem oferecer.

"Você tem muitas inteligências artificiais, como Siri, Google Now ou Cortana, com o escopo bastante limitado. Nós queríamos começar com algo mais ambicioso, para dar às pessoas o que ela realmente estão pedindo", diz Alex Lebrun, fundador da Wit.ai, comprada pelo Facebook em janeiro e responsável pelo M.

Quer cancelar o serviço de TV a cabo, mas não quer se estressar ao telefone? Peça ao M. Algum dos membros da equipe de atendimento fará o trabalho sujo por você, enquanto outros serviços similares no máximo descobririam o número telefônico do serviço de atendimento ao consumidor.
No entanto, os testes até o momento estão restritos a “alguns milhares” de pessoas na Califórnia. Faz sentido que uma equipe pequena de atendentes consiga dar conta desse público. Mas e quando o M for liberado para os seus mais de 700 milhões de usuários? Como o Facebook planeja atender a todo este público?
Segundo a equipe por trás do M, o objetivo não é depender para sempre da inteligência humana. Os treinadores recebem este nome por um motivo. Seu objetivo é passar as informações necessárias para que o aplicativo consiga aprender com o tempo a realizar algumas tarefas por conta própria. O número de treinadores também deve aumentar com o tempo, no entanto.

Via The Verge 
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Michael da Silva

Por dentro da 'casa dos sonhos' do Google

O Google não esconde que quer ser parte mais ativa da vida das pessoas. A empresa, que nasceu como um buscador, logo se expandiu com uma gama enorme de serviços. Em seguida, saiu dos desktops e foi ganhar uma nova vida no celular? O próximo passo: dominar a casa das pessoas.

Foi isso que a empresa deixou claro em uma demonstração feita nesta quarta-feira, 14, em São Paulo. A empresa reservou a suíte presidencial de um dos hotéis mais caros da cidade para demonstrar a sua visão para a casa, e como seus serviços, o Android e o celular podem se tornar o centro de um apartamento conectado.

Tudo começa pela cozinha. O Google destaca como o YouTube se tornou parte fundamental do hábito de cozinhar, o que foi facilitado com a difusão dos tablets e dos smartphones, com uma infinidade de canais dedicados a receitas. O Google destaca que só em 2015, mais de 2,6 mil anos de conteúdo em canais de culinária foram assistidos em sua plataforma de vídeos, mostrando uma tendência interessante da transição dos programas de TV e dos livros de culinária para a internet (e o caminho oposto também!).

Reprodução 
Em seguida, foi a vez do quarto. Aqui, o celular passa a ser o centro das atenções, principalmente o comando “Ok, Google” e o reconhecimento de voz. As buscas por voz no serviço estão ficando cada vez mais complexas, permitindo apenas falar com o smartphone para receber a informação. Poupa o esforço de digitar deitado, por exemplo.

Reprodução 
Foi a vez, então da sala, onde a TV se torna o centro das atenções. O destaque da vez, claro, foi o Chromecast, que se integra aos smartphones para permitir streaming de música, vídeos e fotos diretamente para o televisor. A empresa também aproveitou para destacar a loja Google Play, onde são vendidos filmes, seriados, músicas que podem ser consumidos com o apoio do Chromecast.

Até mesmo o banheiro foi lembrado. No entanto, a visão do Google de um banheiro é bastante similar à da sala, apoiada no Chromecast e inspirada no fato de que as pessoas gostam de cantar enquanto tomam banho. Isso pode se fortalecer com a chegada do Chromecast Audio, criado para o streaming de som direto para a caixa de som “burra”, que não tem Bluetooth ou conexão Wi-Fi nativa.

Reprodução
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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Michael da Silva

Facebook revela assistente pessoal para competir com Siri, Google Now e Cortana


O Facebook agora tem seu próprio assistente pessoal aos moldes de Cortana, Google Now e Siri. Nesta quarta-feira, 26, David Marcus, chefe de produto do Messenger, anunciou um serviço chamado apenas “M”, criado para auxiliar o usuário do aplicativo com recomendações de todos os tipos.

O serviço ainda está em fase de testes, no entanto, mas o Facebook promete que o M seria capaz de dar ideias de presentes para algum amigo com base nos gostos da pessoa, ou então encontrar um bom restaurante por perto enquanto o usuário está viajando, por exemplo.

David Marcus diz que, diferente de outros serviços similares, o M não apenas sugere coisas, mas também é capaz de completar tarefas por você. Utilizando inteligência artificial, ele pode compra presentes para seus amigos e familiares e mandar entregá-los por você, fazer reservas em restaurantes, fazer os preparativos para viagens, compromissos e tudo mais.

Reprodução  ReproduçãoReprodução

Segundo a Wired, a ferramenta funciona dentro do próprio Messenger. O usuário pode falar com o M por um botão no menu inferior do aplicativo. A inteligência artificial, então, entende a mensagem e pode responder com as informações necessárias e relevantes à sua questão. No caso de um pedido de sugestão de restaurante, por exemplo, ele se prontifica a fazer a reserva no lugar do usuário.

O Facebook havia avisado no mês passado que estava criando sua assistente virtual “movida por pessoas reais” o que se traduz no anúncio desta quarta. Segundo David Marcus, o novo sistema é uma inteligência artificial treinada e supervisionada por pessoas.

Também é interessante o potencial “agnóstico” do M, já que ele é capaz de estar presente em todas as plataformas em que o Messenger está disponível. A Siri, por exemplo, não deve atender usuários de Windows e Android nunca; o Google Now está disponível para Android e iOS, mas não deve pisar no Windows tão cedo, já que o Google não dá atenção para a plataforma da Microsoft. A competição deve ficar interessante com a Cortana, que já está confirmada para todas as plataformas móveis e também nos PCs com Windows 10.
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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Michael da Silva

Atualização permite que usuário substitua Google Now pela Cortana


Uma nova versão beta da Cortana para Android permite que o usuário substitua o Google Now pela assistente pessoal. Na última semana, vazou na internet um APK que permitia utilizar a Cortana apenas como um aplicativo independente. A nova versão torna possível definí-la como assistente principal, podendo ser iniciado ao pressionar o botão Home por alguns segundos, na pesquisa por voz e na barra de pesquisas do Android.

A Cortana funciona no sistema operacional da mesma maneira que a versão do Windows Phone e do Windows 10, tendo acesso à conta Microsoft to usuário e podendo informar sobre notícias, lembretes, esportes e outros dados.

Uma das principais diferenças é a impossibilidade de ativá-la dizendo "Ei, Cortana", já que há limitações que impedem que aplicativos de terceiros escutem o usuário no Android. Por enquanto, o recurso está disponível apenas para inscritos no programa Insiders da Microsoft.

Via Engadget
Reprodução: Olhar Digital
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