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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Michael da Silva

Redmi 2 Pro ou Zenfone Go: quem é melhor? Veja o comparativo

Houve um tempo no Brasil em que o Moto G era a grande referência quando o assunto são os smartphones de custo mais baixo. Apesar de permanecer popular, a 3ª versão do smartphone já não é mais tão barata, abrindo espaço para que novos aparelhos conquistem este espaço. É aí que entram os smartphones Zenfone Go, da Asus, e o Redmi 2 Pro, da Xiaomi.
São dois smartphones respeitáveis e com preços razoavelmente similares, que podem ser encontrados perto da casa dos R$ 700. Mas qual deles é melhor? É o que vamos descobrir.
Poder de hardware
Esse é um quesito curioso: o antecessor do Zenfone Go, o Zenfone 5, era o smartphone de entrada mais poderoso do mercado com folga, com um processador Intel. No entanto, a Asus decidiu apostar em um chip MediaTek na nova versão do aparelho. O resultado: o aparelho antigo é mais parrudo do que o novo.
No entanto, quando comparado com a concorrência, a diferença não é tão grande, o que mostra como o Zenfone 5 estava à frente da competição nesse assunto. Os benchmarks do Zenfone Go em comparação com o Redmi 2 Pro são basicamente idênticos.
Ambos contam com 2 GB de memória RAM e, ao que tudo indica, o MediaTek 6580 quad-core de 1,3 GHz do Zenfone se iguala ao Snapdragon 410 do Redmi. Então, basicamente se trata de um empate, talvez com uma leve vantagem da Asus.
Conectividade
É onde o Redmi leva a maior vantagem contra o Zenfone, já que ele aceita dois chips 4G de uma vez, enquanto o aparelho da Asus ainda está preso na internet 3G. A rede 4G pode ainda estar engatinhando em muitos lugares do Brasil, mas nas grandes metrópoles, onde já há uma cobertura mediana, a internet mais rápida faz diferença.
Além disso, ter um aparelho preparado para o futuro, por mais distante que ele esteja, é mais adequado do que um que está preso ao passado.
Preço
Outro ponto vantajoso para o celular da Xiaomi. O Redmi 2 Pro chegou ao Brasil vendido por R$ 730 à vista, mas seu preço já foi reduzido a R$ 650. Enquanto isso, o valor oficial do Zenfone Go é de R$ 900 (segundo a própria loja da Asus), mas ele pode ser encontrado mais barato que isso em várias lojas. Contudo, ele não é achado por menos de R$ 700, o que configura uma vantagem para o smartphone da China.
Software
Essa disputa é complicada, porque se tratam de dois conceitos bem diferentes de software. Do lado da Asus, a ZenUI é carregada (apesar de mais clean que a versão anterior), cheia de apps pré-instalados, mas o Android usado é o 5.1. O dispositivo, apesar da interface customizada, também tem cara de Android, permitindo reconhecer as ideias originais do Google por trás das modificações.
Já o aparelho da Xiaomi é diferente. Ele se baseia no Android 4.4.4, mas sua interface está muito mais próxima do iOS do que do sistema do Google, o que tende a confundir quem não está acostumado. Ao mesmo tempo, o visual é mais clean e com menos aplicativos pré-instalados do que o aparelho da Asus, e com a vantagem de receber atualizações frequentemente, que é o conceito de software da Xiaomi, o que visa compensar a base defasada do Android.
Então, este quesito é bastante subjetivo. Daremos, no entanto, a vantagem para a Xiaomi porque o problema de confusão de interface baseada no iOS pode ser solucionado, em grande parte, com um launcher como o Nova ou o Google Now. Já o bloatware do Zenfone Go só pode ser removido totalmente com root.
Câmera
Não existe muito milagre quando falamos em câmeras de smartphones baratos. Nenhum dos dois é grande coisa, oferecendo imagens de 8 megapixels na traseira e 2 MP na frente, com uma abertura de f/2.2, que pode ser considerada pequena em comparação a outros aparelhos de preço similar (Galaxy J5, por exemplo).
Os dois modelos também são cheios de recursos de software para melhorar as fotos, embora a maioria seja supérfluo. O destaque, porém, é o modo noturno do Zenfone, que é realmente capaz de captar boas fotos mesmo com uma iluminação ridícula. Fora isso, estamos diante de um empate técnico: ninguém se destaca muito.
Tela
Ambos os modelos apostam na resolução HD (1280x720) em seus displays, mas há uma leve diferença em tamanho. O painel do smartphone da Xiaomi é ligeiramente menor: 4,7 polegadas, contra 5 do smartphone da Asus. Isso se traduz em uma maior densidade de pixels na tela, o que pode ser um ponto favorável. Ao mesmo tempo, há quem possa preferir a tela maior do Zenfone. A decisão, neste caso, fica por sua conta.
Vencedor: Redmi 2 Pro
Embora eles sejam muito parecidos em muitos quesitos, o Redmi 2 Pro vence, principalmente, pelo preço mais amigável, e o 4G também é um diferencial que prepara o usuário para um futuro em que a tecnologia será mais difundida. Se não houvessem estas vantagens, provavelmente se trataria de um empate.
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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Michael da Silva

Xiaomi deixa de utilizar eventos para a venda do Redmi 2

Redmi+Power
Depois de um mês e meio de operações no país, a marca finalmente joga pela janela o padrão de eventos para aquisição de aparelhos via site
Após um mês e meio de operação no país, a chinesa Xiaomi passa a permitir a aquisição do seu aparelho Redmi 2 em qualquer momento, não sendo mais necessário a espera por evento de venda, que era realizado semanalmente. A mudança de padrão terá inicio amanhã, dia 25/08, à partir das 15 horas.
A partir de agora, os “Eventos de Vendas”, ou seja, aquelas vendas com datas marcadas, aos moldes vistos até então, acontecerão apenas no lançamento de novos produtos.
“Como fazemos em todos os mercados, assim que adequamos nossa capacidade de produzir à demanda, abrimos a oportunidade de comprar nossos produtos sem hora e nem dia marcado. Dessa forma também atendemos ao pedido de alguns Mi Fãs, simplificando ainda mais o processo”, comenta Gabriela Viana, diretora de marketing da empresa.
Além do aparelho, a Mi Power Bank , que começou a ser vendida na última quinta-feira, também poderá ser comprada sem a dependência dos eventos.
Para a aquisição dos produtos, é necessário criar (ou ter) uma conta no site oficial da marca (www.mi.com) e escolher os produtos desejados e poderão ser pagos no cartão de crédito ou boleto bancário.

Fonte: Xiaomi Brasil
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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Michael da Silva

Carregador portátil da Xiaomi chega ao Brasil por R$ 100



A Xiaomi começa a vender na próxima quinta-feira, 20, seu carregador portátil no Brasil por R$ 100. O dispositivo alimenta smartphones, tablets e leitores digitais com entradas USB.

O carregador tem capacidade de 10.400 mAh, o que, segundo a fabricante, garante até três recargas completas em smartphones intermediários.

O Mi Power Bank é o segundo produto que a marca chinesa Xiaomi lança no mercado brasileiro. O primeiro foi o smartphone intermediário smartphone Redmi 2.
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