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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Michael da Silva

HP abre vagas na área de tecnologia em São Paulo e Porto Alegre


A HP Brasil está com 50 vagas abertas para o setor de Pesquisa & Desenvolvimento, tanto no Parque Tecnológico TecnoPUC, em Porto Alegre, quanto em São Paulo.

As vagas abrangem os níveis júnior, pleno e sênior, permitindo que os profissionais trabalhem em projetos de inovação em nível global. Em São Paulo, a área é responsável por inovações em frentes como impressão 3D e realidade ampliada, projetos conduzidos globalmente pela empresa, por esquipes de pesquisa espalhadas pelo mundo.

A HP procura funcionários com inglês fluente e que sejam graduados, ou que cursem o último ano da formação em cursos de tecnologia da informação. Especializações, mestrado e experiência prévia são considerados diferenciais para ocupar os cargos de nível pleno e sênior.

As 50 vagas incluem o cargo de desenvolvedor de software nos níveis júnior, pleno e sênior. A empresa busca profissionais com inglês fluente e que sejam graduados (ou cursando último ano, no caso de nível júnior) em cursos de Tecnologia da Informação. Para os cargos de nível pleno e sênior, especialização e mestrado, além de experiência prévia em projetos internacionais, serão considerados diferenciais. Para se canditadar, os interessados devem acessar o site. 

O Centro de Pesquisa & Desenvolvimento da HP no Brasil conta com mais de 850 colaboradores que atuam em 17 das mais importantes instituições de P&D do país. Cirano Silveira, Diretor de P&D da HP Inc. diz que participar da equipe abre portar para os profissionais darem novos passos, comentando que, a partir do Centro, profissionais brasileiros atuam hoje em posições de destaque em diversos países.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Michael da Silva

Jovens têm confiança "nula" na proteção de dados na web, diz pesquisa



Uma pesquisa realizada com 2 mil pessoas com idades entre 18 e 35 anos mostra que os usuários mais jovens não confiam na proteção de dados na hora de fornecer informações pessoais na internet. 23% dos entrevistados disseram não se preocupar com a divulgação de dados de nome e endereço porque acreditam que as empresas e o governo já os possui.

A maior parte dos entrevistados classificou a confiança que possuem no governo e nas empresas na hora de proteger os dados como "nula" ou "pequena". 61% dos jovens não confiam nas redes sociais, 38% não confiam nos verejistas e 96% não confiam nas operadoras de telecomunicação.

Mudança de atitude
A falta de confiança pode gerar uma mudança na maneira como as informações são distribuídas na rede. Segundo o estudo, a geração Y acredita que é extremamente importante que as organizações utilizem métodos de segurança mais rigorosos para proteger as informações que eles fornecem.

Dados sensíveis
Questionados sobre qual tipo de informação precisa ser mantida com mais segurança, 80% dos entrevistados escolheram os dados financeiros e médicos, seguidos por dados de localização (74%), mídia social (58%) e compras (57%). "Infelizmente vivemos em uma época onde as violações de dados tornaram-se uma ocorrência comum. Quanto mais conectados, maior o risco", disse Richard Parris, CEO da Intercede, consultoria responsável pela pesquisa. "O governo e as empresas devem proteger de forma mais eficaz a informação privada dos seus constituintes e clientes on-line, caso contrário, a perda de confiança pode trazer danos à sua reputação. Restaurar a confiança digital com medidas ativas para garantir a privacidade e proteger os dados pessoais devem ser uma prioridade dessas corporações ", finaliza.
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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Michael da Silva

Facebook lança ferramenta que ajuda jornalistas a buscar conteúdo


O Facebook anunciou na última quinta-feira, 17, o lançamento do Signal, uma ferramenta em que jornalistas podem observar tendências, fazer uma curadoria ao ver as histórias que estão acontecendo em tempo real e localizar informações importantes na rede social.

Esse espaço de observação no que está sendo mais comentado, atualmente é ocupado, principalmente, pelo Twitter. A vantagem do Signal seria que ele permitiria ver o que está acontecendo tanto no Facebook quanto no Instagram.

A ferramenta permitirá que as pessoas vejam quais conversas são mais populares no Facebook, além de permitir que busquem os comentários das pessoas e páginas a respeito de um tópico específico. Existe também uma opção de pesquisa que permite encontrar postagens antigas, tanto de perfis pessoais quanto de páginas.

O Signal tambem faz um ranking das figuras públicas que estão sendo mais mencionadas em tempo real. No Instagram, os jornalistas podem procurar localizações e tópicos, mas mostrará apenas resultados dos perfis abertos.

As informações coletadas também poderão ser salvas em "coleções" para serem usadas posteriormente. A ferramenta também fornece uma forma de incorporar postagens em sites por meio de um código mais simples.
O acesso é gratuito, porém restrito. O Signal está disponível por enquanto apenas para desktop e para jornalistas e produtores de conteúdo. 

Como está em fase de implementação, um grupo seleto tem acesso ao recurso, que funciona em inglês. O Facebook pede que o restante das pessoas tenha paciência e afirma que eles pretendem disponibilizar para todos os interessados no futuro.

Via The Next Web 
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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Michael da Silva

Windows 10: maioria dos usuários declara "amar" o novo sistema da Microsoft



O Windows 10 parece ter agradado aos usuários. Um estudo feito pela consultoria Brandwatch entitulado "I hate Windows 10 x I love Windows 10" (Eu odeio o Windows 10 x Eu amo o Windows 10) mostra que 92% dos entrevistados afirmam gostar muito do sistema operacional da Microsoft.

Entre as novidades do sistema, a assistente pessoal Cortana e o novo navegador da empresa são quase unanimidade, com aprovação de 80% e 75% de satisfação dos usuários, respectivamente. Outros recursos bem avaliados são a integração com Xbox (70%) e a volta do menu Iniciar (60%).

Ferramentas como a barra de tarefas e o Office não agradaram aos usuários, com reprovação de 55% e 60%, respectivamente. 

No geral, os usuários parecem estar bastante satisfeitos com o Windows 10, o que pode ajudar a explicar a rápida adoção do sistema pelos usuários.

Via Ubergizmo
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sábado, 22 de agosto de 2015

Michael da Silva

Adolescente cria mecanismo de busca 50% mais preciso que o Google



Um adolescende indiano desenvolveu um mecanismo de busca personalizada que, segundo testes, é quase 50% mais preciso do que o do Google. Anmol Tukrel, de 16 anos, explica que a tecnologia leva em conta, além de localização e histórico de navegação, a personalidade do usuário, o que ajuda a fornecer resultados ainda mais precisos. 

O projeto surgiu quando o garoto se inscreveu para a Google Science Fair, competição global da gigante de tecnologia que premia jovens com idade entre 13 e 18 anos. "Pensei em fazer algo no setor de pesquisas personalizadas. Quando percebi que o Google já faz isso, quis torná-lo ainda melhor", explica o jovem, que atualmente faz estágio em uma empresa de tecnologia indiana.

Reprodução

Anmol Tukrel, 16 anos.

Atualmente, a personalização nas buscas se baseia em fatores como a localização, histórico de navegação e afinidade com o tipo de aplicativos instalados no dispositivo que realiza a pesquisa. De acordo com Turkel, esta é somente metade da equação. Seu algoritmo parece resolver o resto: compreende o que o usuário gostaria de ver com base no conteúdo apresentado, na personalidade e em sua compreensão de texto.

Apesar do sucesso, o jovem é bastante humilde. "É muito arrogante pensar que suaideia é tão boa que você não precise aprender nada", afirma. Para o futuro, a ideia é continuar os estudos e aprimorar sua empresa, que se chama TacocaT Computers.

Via TheEconomicTimes
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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Michael da Silva

Apple desmente pequisa: "78% dos usuários continuam usando o Apple Music"


A Apple negou nesta terça-feira a veracidade da pesquisa divulgada na última terça-feira pela consultoria MusicWatch. O estudo aponta que quase metade dos usuários do serviço de streaming de áudio desistiram de utilizá-lo. De acordo com a fabricante do iPhone, mais de 78% dos usuários que se inscreveram continuam acessando o Apple Music. 

Há algumas semanas, a Apple afirmou que seu serviço contava com mais de 11 milhões de clientes, testando os três meses gratuitos da ferramenta.

Via Engadget
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