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domingo, 15 de novembro de 2015

Michael da Silva

Mídia programática muda publicidade: saiba do que se trata


Imagine então ser identificado e receber uma propaganda dirigida a você em um outdoor, por exemplo? Ou ainda, durante a programação da TV, o anunciante te chamar pelo nome! Já pensou? Acredite, na internet isso já acontece há algum tempo. A publicidade chama a novidade de mídia programática.

Neste formato de compra de espaço publicitário – seja onde for – o foco é total no perfil do público alvo daquela marca. A tecnologia, usando coleta e análise de dados aliadas a uma série de ferramentas, dá suporte para que as empresas consigam encontrar com precisão as pessoas certas no mundo online.

Pense em uma página com conteúdo esportivo, por exemplo. Qualquer um que acesse aquele canal receberia exatamente a mesma publicidade comprada por uma determinada marca. Com a mídia programática, a tecnologia avalia instantaneamente quão interessado em esporte aquela pessoa do outro lado da tela realmente é para saber se ela é mesmo alvo da sua campanha publicitária antes de exibir o anúncio. Se não for, provavelmente ela será impactada por outro tipo de propaganda.

A grande mudança pode ser simplificada assim: se antes os anunciantes compravam espaços nos veículos de comunicação, agora eles compram audiência. E se as empresas têm mais chance de converter suas propagandas em vendas ou de fortalecer suas marcas, nós consumidores, mesmo sem perceber, também saímos ganhando...

O mundo programático da publicidade ainda é bastante novo. Na internet ele já ganhou força; engatinha no Brasil, mas já é sucesso absoluto nos Estados Unidos. O interessante é que aquele cenário de ter um outdoor conversando especificamente com você ou até comerciais de TV direcionados já é realidade fora daqui...

Agora se você não é publicitário, mas tem interesse pela área de TI, a mídia programática traz mais uma boa notícia: a demanda por profissionais especializados é cada vez maior. E, claro, ainda não há gente suficientes trabalhando com isso; aliás, no Brasil, apenas alguns cursos começaram a surgir recentemente sobre o tema.

Então chega de propaganda do Corinthians para palmeirenses; ou vice-versa. As empresas acertam mais, nos incomodam menos – a gente recebe uma publicidade mais interessante e, se fizer parte do mundo da TI, até dá para aproveitar a oportunidade e dar um “up” na carreira profissional. Quer mais?!...
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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Michael da Silva

YouTube Red é oficial: conheça a versão paga do YouTube



Depois de muito se falar no assunto, o YouTube Red, versão paga do YouTube que não terá anúncios e trará conteúdo exclusivo, finalmente foi confirmado e ganhou data de lançamento: 28 de outubro. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 21, num evento em Los Angeles.

Ele será lançado oficialmente no dia 28 de outubro apenas nos Estados Unidos, mas a empresa já avisou que planeja expandir o seu mercado em 2016. A assinatura custará US$ 9,99 nas versões para Android, desktop ou web mobile, e US$ 12,99 na versão para iOS. Os usuários terão acesso ao primeiro mês gratuito.

Funcionando como uma assinatura premium, o YouTube Red também permitirá que o usuário salve vídeos para ver offline. Entre o conteúdo exclusivo que o serviço oferecerá, estão filmes e séries, além de canais de atores e vloggers que já conquistaram público no YouTube.

Outro diferencial do YouTube Red é que ele permitirá que você continue ouvindo um vídeo, ficando no background, enquando usa outros aplicativos. Ele também vai funcionar de forma conjunta com o Google Play Music, o que significa que se o usuário assinar um deles, poderá usufruir dos serviços de ambos.

Outras novidades

No mesmo evento foi anunciado um novo app, o YouTube Music, que deverá ser lançado "em breve", que é um aplicativo específico para músicas. Ele deverá funcionar mais ou menos da mesma forma que o YouTube Gaming e o Kids.

Essa não é a primeira vez que o YouTube resolve investir em um conteúdo pago, tendo em 2014, tentado lançar o Music Key, que era um streaming de música e custava US$ 7,99, mas que nunca chegou a sair da versão beta.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Michael da Silva

Nova extensão evita que você seja rastreado por empresas na web


A EFF (Electronic Frontier Foundation), uma das principais organizações ativistas pela privacidade e direitos na web, lançou nesta sexta-feira, 7, a extensão Privacy Badger, feita para proteger os usuários do rastreamento e monitoramento de suas atividades online por sites e anunciantes.

O serviço funciona até mesmo com alguns tipos de “supercookies”, novo tipo de ferramenta usada para monitoramento de atividades, que é mais difícil de evitar do que o cookie comum do navegador. Além disso, também barra, em alguns casos, a prática do “browser fingerprinting”, que coleta todas as configurações do navegador do usuário (e são muitas) para criar um perfil único, que pode rapidamente identificar uma pessoa.

O serviço cria uma lista de domínios de terceiros, que incorporam imagens, scripts e anúncios nas páginas que você visita. Se a extensão percebe que empresas estão recebendo informação via cookies conforme você navega pela web, ela evita que conteúdo de determinada fonte seja carregado novamente no futuro, evitando que você seja rastreado online.

Se há alguma parte da página que seja indispensável, como é o caso de um mapa ou um vídeo incorporado em vez de um anúncio, por exemplo, a extensão é capaz de barrar apenas o monitoramento, mas liberar o conteúdo.

A extensão está disponível para o Google Chrome e Firefox. 

REPRODUÇÃO: Olhar Digital

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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Michael da Silva

Anúncios invisíveis podem estar travando seu celular


Anúncios em aplicativos são, em geral, a forma mais normal de o usuário “pagar” pela gratuidade do serviço. No entanto, um estudo mostra que há uma prática obscura entre desenvolvedores: usar propagandas invisíveis, que fraudam os anunciantes e também podem prejudicar bastante o seu celular.

O que levantou a bola de que poderia haver algo estranho foi a quantidade de atividade gerada por estes aplicativos com publicidade invisível. Alguns destes apps “chamavam” anúncios com uma frequência tão alta que seu público não poderia ser humano. Isso era feito apresentando até cinco anúncios rodando como plano de fundo para cada banner visível para o usuário. Alguns continuavam a puxar anúncios mesmo depois de fechados.

O estudo da empresa de segurança digital Forensiq identificou pelo menos 5 mil aplicativos que utilizam esta prática, tanto no Android, quanto no iOS. Pelo menos 1% dos aparelhos americanos tinha pelo menos um desses apps, enquanto na Europa e Ásia a proporção varia entre 2% e 3%. O mais interessante, é que apesar da prática pouco ética, boa parte destes aplicativos são legítimos e usados por um grande número de pessoas.

Além de fraudar os anunciantes, que desperdiçam até US$ 850 milhões por ano em publicidade que não é vista por ninguém. No entanto, o usuário também pode ser muito afetado, já que, nos piores casos, foi constatado que um só aparelho afetado pode consumir até 2 gigabytes de dados em um único dia. 

Isso também pode afetar o desempenho do seu aparelho, já que estes anúncios também utilizam o seu hardware, dependem de processamento, e, se forem muito pesados, podem causar travamentos e lentidão. Então, da próxima vez que suspeitar que um aplicativo grátis que você tenha baixado recentemente está lhe causando problemas, este pode ser o motivo.

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