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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Michael da Silva

Novidade pode ajudar a reduzir a espessura dos smartphones



Um novo programa pode ajudar as fabricantes de smartphones a atingir seu mais recente objetivo: deixar os dispositivos ainda mais finos. A empresa norueguesa Elliptic Labs desenvolveu um software que pode substituir os sensores de proximidade pelo o alto-falante do celular.

Laila Danielsen, CEO da Elliptic, explica que o alto-falante do telefone pode funcionar "como a boca de um morcego", emitindo som em freqüências de ultra-som (neste caso, entre 23kHz e 35kHz), o que faria com que o microfone fizesse as vezes de "ouvido de morcego", conseguindo ouvir um som inaudível que é distorcido pelos braços, mãos e rostos, de acordo com a proximidade.

Na prática, o trabalho de interpretar a mudança sonora poderia determinar quando o rosto está muito perto da tela, durante uma ligação, por exemplo, fazendo com que as luzes se apaguem. 

Mas é bom não se empolgar muito com a tecnologia. De acordo com Danielsen, os sensores de proximidade medem cerca de 2 milímetros e, mesmo que o espaço seja reduzido, é preciso modificar mais itens para obter uma diminuição considerável.
Via Engadget 
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sábado, 12 de dezembro de 2015

Michael da Silva

Vale do Silício: Profissionais estariam usando LSD para melhorar desempenho



Profissionais do Vale do Silício, berço das principais empresas de tecnologia dos Estados Unidos, estariam recorrendo a uma nova alternativa para aumentar sua criatividade e desempenho: o uso LSD. De acordo com o psicólogo James Fadiman, a microdosagem de psicodélicos poderia ser uma substituição eficaz de drogas como o Adderall, usado por um grande número de pessoas do setor.

A revista Rolling Stone publicou recentemente um artigo que mostra a experiência de um profissional de 25 anos, formado pela Universidade de Stanford e que trabalha para uma startup de tecnologia em San Francisco. De acordo com a publicação, o jovem teria conseguido resultados significativos. “A microdosagem me ajudou a explorar novos projetos e novas maneiras de pensar. Vocês ficariam surpresos em saber o número de pessoas que fazem o mesmo”, declarou.

O jornal Telegraph também tratou do tema, revelando que o cineasta canadense, John Andrew, declarou que a experiência que teve com a droga o ajudou no trabalho. "Eu experimentei essa clareza que é quase indescritível... Senti uma homeostase, uma sensação de que, apesar do que está acontecendo de mau ou bom, acabaria tudo bem”.

Via ThePlaidZebra
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domingo, 15 de novembro de 2015

Michael da Silva

Conectados em alto mar; conheça o navio mais hi-tech do mundo



Ele é quase do tamanho do imponente Empire State Building, no coração de Nova York. São quase 350 metros de comprimento por mais de 40 de largura; 18 andares, 16 elevadores, mais de 2000 quartos e muita tecnologia. Tudo é extremamente grandioso em um gigante que leva mais de 168 mil toneladas para o meio do oceano. Passamos quatro dias a bordo do Anthem of the Seas, um dos maiores navios do mundo, para conhecer o que há de mais inovador neste luxuoso cruzeiro. A saída do porto de Nova Jersey, com vista para a iluminada Nova York foi um show à parte.

No hall de entrada, o primeiro contato dos visitantes com o navio é esta obra de arte interativa; um enorme lustre com centenas de LEDs que pulsam no ritmo do coração…simples, mas um cartão de boas-vindas interessante à embarcação mais "hi-tech" dos sete mares.

Um pouco à frente, mais um “showzinho" tecnológico a bordo. Um bar totalmente automatizado controlado por dois grandes braços robóticos - iguais aos usados na indústria automobilística. Pelo tablet, a gente escolhe entre uma lista de drinks clássicos ou até cria uma nova bebida; desculpe, mas a receita do drink exclusivo do Olhar Digital é secreta! Para fazer o pedido, o primeiro passo é se identificar com a pulseira de RFiD - a gente vai falar mais dela daqui a pouco. A plataforma é muito intuitiva e visual - qualquer um usa sem qualquer problema. São mais de 50 bebidas diferentes para escolher e combinar…haja criatividade.

Para cada ingrediente adicionado - seja o líquido, o gelo ou o limão - é possível definir uma ação diferente para o braço robótico: misturar, agitar levemente ou chacoalhar com força. Nas grandes telas espelhadas ao lado do palco principal, é possível acompanhar o progresso da preparação da bebida até ser chamado para retirar seu copo. Leva cerca de um minuto para a bebida ficar pronta. Os braços mecânicos são calibrados milimetricamente para saber onde está cada garrafa. Mais do que isso, o sistema faz uma análise inteligente para identificar e até oferecer os drinks mais pedidos ou de acordo com a idade do passageiro.

Lembra da pulseira com RFiD? Ao fazer check-in no navio, cada passageiro do Athem of the Seas recebe uma pulseira como esta equipada com um chip de radiofrequência. Funciona exatamente como nossos crachás em catracas e outras soluções do gênero. Além de identificar a pessoa em todo o complexo, abrir a porta da cabine e até fazer pedidos nos estabelecimentos dentro do cruzeiro, a tecnologia RFiD é uma grande aliada na gestão da segurança do navio.

Agora o bacana mesmo é estar conectado com uma internet de alta velocidade em pleno alto mar. Aqui dentro está todo mundo online; compartilhando fotos, fazendo chamadas de vídeo e aproveitando tudo o que o mundo digital oferece onde quer que esteja.

Internet banda larga em alto mar?! Pois é, o navio usa uma constelação de 12 satélites lançados em parceria com uma grande empresa de telecomunicação para oferecer conectividade aos seus passageiros. Sinceramente, no primeiro dia, a qualidade de conexão foi mesmo surpreendente. Mas na medida em que mais gente passou a compartilhar a rede Wi-Fi do navio, algumas vezes encontramos certa dificuldade para navegar; de qualquer forma, estivemos online o tempo todo.

Todo o entretenimento a bordo também envolve bastante tecnologia. Desde a sala de fliperamas, o simulador de paraquedismo indoor, a pista de carrinhos bate-bate, a central XBox - também conectada para jogar online e até o teatro do navio tem telas enormes com braços mecânicos gigantes que deixam qualquer espetáculo mais envolvente. Mas também tem muita solução interessante aqui dentro da ponte de comando deste gigante de aço.

Não tem como ser diferente; esta é a principal vista quando se está em alto mar - água por todos os lados. A maioria das cabines têm varanda, mas cerca de 400 quartos que não possuem vista para o mar contam com uma varanda virtual. Duas câmeras com resolução 5K - uma de cada lado do navio - transmitem a imagem para a tela de 80 polegadas dentro da cabine em tempo real. A sensação é mesmo de realmente estar olhando para o mar lá fora…

A experiência surpreendeu; principalmente pelo fato de termos ficados conectados durante todo o tempo a bordo - afinal, quatro dias offline ia ser demais. As inovações mostram que é possível aliar muita tecnologia ao entretenimento e à comodidade dos passageiros em alto mar. Se você ficou com vontade ou curioso, fique agora com as imagens mais marcantes deste cruzeiro “hi-tech” à beira de Nova York.

Com informações do Olhar Digital.
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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Michael da Silva

Veja projetos que tentam recriar o skate voador de 'De Volta para o Futuro'


Graças ao sucesso de “De Volta para o Futuro”, há provavelmente mais pessoas obcecadas com a criação de um skate voador funcional do que pessoas que realmente saibam andar de skate.

Graças a esta obsessão, empresas e pesquisadores realmente colocaram tempo e dinheiro em desenvolver uma alternativa baseada no que foi visto nos filmes. Nunca chegaram perto de replicar o hoverboard dos cinemas, mas não foi por falta de tentativa.

Veja os projetos mais interessantes, conforme levantado pela Wired:

Omni Hoverboard



O projeto é o mais próximo do que foi visto nos filmes por funcionar de forma mais ou menos independente. Ele usa hélices para gerar uma força para balancear a gravidade, permitindo ao usuário flutuar no ar. O aparelho é basicamente um pequeno helicóptero, que permite que o ocupante escolha se quer ir para cima, para baixo e para os lados. Ele funciona sobre a água e sobre a terra.

O problema é sua bateria. Como um drone quadricóptero, o aparelho confia em suas baterias para levantar voo, mas sua autonomia é muito pequena. Os propulsores só podem funcionar por alguns minutos, arriscando a integridade física do ocupante e, possivelmente, de quem estiver embaixo do aparelho.

Hendo Hoverboard

 


Outra visão de skate flutuante, que já foi testada até pelo renomado skatista Tony Hawk. Em vez de propulsores, este skate voa à base de imãs, que interagem com uma superfície condutora. Uma corrente elétrica produz um campo magnético que repele os eletroímãs do skate, fazendo com que ele flutue.

O problema é que ele só vai funcionar em uma superfície condutora especialmente adaptada para o skate. Quer usá-lo sobre a água? Não dá. No asfalto? Não. Na sua casa? Só se você tiver um piso próprio. No quintal? Só se ele for forrado com um piso metálico especial.

O bom deste projeto é que ele ainda está em andamento, então ainda há chances de transformar o produto em algo mais palpável e prático. Quem sabe?

Hoverboard da Lexus



Para se promover, a fabricante de carros Lexus também criou seu próprio skate flutuante, também apostando em campos magnéticos. No entanto, em vez de usar um eletroímã, o hoverboard da Lexus aposta em supercondutores, que geram o efeito de levitação ao se aproximar de um ímã. Ele é muito menor, e é o mais próximo que chegamos de um formato de um skate real, mas que flutue.

Para funcionar, os imãs ficam no chão, enquanto os supercondutores ficam dentro do skate. Sim, ele também precisa de uma superfície própria para flutuar. Têm mais um porém: supercondutores precisam estar superfrios para alcançar o efeito de levitação, então o skate precisa constantemente de uma dose de nitrogênio líquido a cerca de -195 graus Celsius para poder continuar voando.

Mas pelo menos a fumaça visível com o vapor d’água condensando por causa do nitrogênio líquido dá um efeito bacana.

Via Wired 
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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Michael da Silva

Capa da invisibilidade está cada vez mais próxima, dizem pesquisadores



Pesquisadores do Laboratório Lawrence Berkeley e da Universidade da Califórnia afirmaram na última quinta-feira, 18, que conseguiram desenvolver uma capa da invisibilidade semelhante às apresentadas em histórias de ficção científica. 

O dispositivo, construído com pequenas fibras de ouro chamadas de nanoantenas, manipula a luminosidade, alterando a incidência dos raios de luz sobre um objeto. Na prática, isso significa que o olho humano não e capaz de detectá-lo.

"Nossa capa ultra-fina parece um casaco. É fácil de desenhar e implementar, e pode ser usada para esconder objetos tridimensionais macroscópicos, do tamanho de algumas células biológicas", conta Xiang Zhang, diretor do Laboratório Lawrence Berkeley.

"A superfície da capa foi construída para redirecionar as ondas de luz de forma que o objeto fique invisível para detecção ótica quando a capa é ativada", afirma o estudo.

A tecnologia inda enfrenta algumas dificuldades. As nanoantenas, por exemplo, devem ser projetadas para coincidir com as saliências da superfície do objeto que está por baixo. Caso ele se mova, a invisibilidade é perdida. O objeto também não pode ser muito grande ou pontudo, porque a sombra formada por ele não pode ser apagada. 

Os pesquisadores planejam agora desenvolver a ideia numa escala maior.

Via AFP
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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Michael da Silva

Botão “não curti” no Facebook não vai ser como você imagina

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, respondeu na terça-feira as perguntas de usuários da rede social. A primeira se referia a um pedido que acompanha a empresa há anos: um botão “não curti”.
Segundo admitiu Zuckerberg, há muito tempo os usuários pedem essa funcionalidade. “Hoje é um dia especial porque podemos dizer que estamos trabalhando nisso e estamos muito perto de fazer um primeiro teste”.
Claro, o botão não vai servir para que você possa manifestar sua oposição às frases de Paulo Coelho. “Não queremos transformar o Facebook em um fórum no qual as pessoas possam votar a favor ou contra as atualizações dos outros — explicou Zuckerberg. Isto não ajudaria a construir o tipo de comunidade que queremos criar. Você não ia querer passar pelo processo de compartilhar um momento que foi importante para você em seu dia e ver como alguém dá votos negativos àquilo”.
Ou seja, não se trata de fazer as pessoas se sentirem mal ou encher o Facebook de discussões polarizadas. A ideia de Zuckerberg é procurar maneiras de expressar sua empatia com experiências nas quais um ‘curtir’ não seria a resposta adequada. “Nem todos os momentos são bons – explicou Zuckerberg –, e se você está compartilhando algo triste, seja de atualidade, como a crise dos refugiados, ou a morte de um membro da família, talvez não se sinta confortável com um ‘curtir’. Então, acho que é importante dar às pessoas mais opções”.
Ainda não se conhecem os detalhes, mas muito provavelmente esse botão não será um polegar para baixo: o The New York Timesafirmou que já em dezembro Zuckerberg disse a um grupo de usuários que a empresa não tinha encontrado a maneira de adicionar este botão de forma que resultasse em uma ação positiva e não negativa. Isto é, uma maneira de mostrar seu apoio a um amigo que perdeu o emprego, por exemplo, um “não curto o que você está me contando”. Não é estranho que o Facebook esteja demorando tanto: não se trata de um sentimento fácil de expressar apenas com um ícone ou um par de palavras.

Não curto o seu “não curti”

Costuma-se afirmar que outra razão pela qual o Facebook tem resistido a este botão é a publicidade. As marcas não gostariam que alguém pudesse dar votos negativos a suas ofertas e produtos.
No entanto, este impacto negativo também foi descartado no Quora por Tom Whitnah, outro engenheiro do Facebook, já em 2012: “Há muitas razões pelas quais quase ninguém no Facebook quer este botão, mas nunca ouvi nenhuma conversa sobre o seu impacto nos anunciantes e tudo o que li sobre a sua influência nesta decisão está tão longe da verdade como se pode imaginar. A decisão sempre teve como base o impacto negativo que esta dinâmica teria na experiência dos usuários”.
Whitnah escreve que, embora muitos desejassem um botão “não curti”, quase ninguém acharia bom vê-lo usado em suas próprias fotos e atualizações. Além disso, este botão não só aumentaria o nível de negatividade, também faria com que muita gente compartilhasse menos conteúdo.

O botão legal

O botão “curti” foi lançado em 9 de fevereiro de 2009. E quase desde o primeiro momento os usuários pediram o botão de não curti, como é possível ver fazendo uma busca rápida. Também foram propostas paródias, como a do grupo que pedia para substituir o botão “curti” pelo de “minha alma ama isso”.
Como explicou no Quora o diretor de engenharia do Facebook, Andrew Bosworth, a empresa trabalhou durante um ano e meio no botão “curti”. Foi avaliada a opção de dar uma estrela, o sinal de soma e o polegar para cima.
Também foi discutido como chamar essa funcionalidade. A primeira opção foi “awesome” (legal), mas foi reduzida para “like” por ser mais universal. Na verdade, até aquele momento só era possível se tornar “fã” de páginas nessa rede social, o que também era mais comprometido do que apenas “curtir”. É possível gostar de um detergente, mas não o suficiente para ser fã.
O próprio Zuckerberg não tinha certeza se este botão iria funcionar ou não: havia dúvidas, por exemplo, sobre se muitas pessoas iam se conformar com um “curtir” em vez de compartilhar conteúdo. No entanto, os primeiros testes mostraram que o botão aumentava as interações, especialmente os comentários.
O que está claro é que desde o início foi descartada a possibilidade de um “não curti”. Por exemplo, o principal inconveniente que viam de dar uma estrela era que parecia uma crítica negativa. De fato, em seu anúncio da nova funcionalidade, o Facebook comparava o botão de “curtir” com uma crítica de um restaurante no qual um “like” era uma classificação de cinco estrelas e um comentário, a crítica completa.
Seguindo a comparação, o botão “não curti” servirá para dizer “não gosto que sua cozinha tenha se queimado e espero que possa reabrir em breve porque a comida em seu restaurante é ótima”.

TEXTO DE El País
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