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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Michael da Silva

YouTube Red é oficial: conheça a versão paga do YouTube



Depois de muito se falar no assunto, o YouTube Red, versão paga do YouTube que não terá anúncios e trará conteúdo exclusivo, finalmente foi confirmado e ganhou data de lançamento: 28 de outubro. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 21, num evento em Los Angeles.

Ele será lançado oficialmente no dia 28 de outubro apenas nos Estados Unidos, mas a empresa já avisou que planeja expandir o seu mercado em 2016. A assinatura custará US$ 9,99 nas versões para Android, desktop ou web mobile, e US$ 12,99 na versão para iOS. Os usuários terão acesso ao primeiro mês gratuito.

Funcionando como uma assinatura premium, o YouTube Red também permitirá que o usuário salve vídeos para ver offline. Entre o conteúdo exclusivo que o serviço oferecerá, estão filmes e séries, além de canais de atores e vloggers que já conquistaram público no YouTube.

Outro diferencial do YouTube Red é que ele permitirá que você continue ouvindo um vídeo, ficando no background, enquando usa outros aplicativos. Ele também vai funcionar de forma conjunta com o Google Play Music, o que significa que se o usuário assinar um deles, poderá usufruir dos serviços de ambos.

Outras novidades

No mesmo evento foi anunciado um novo app, o YouTube Music, que deverá ser lançado "em breve", que é um aplicativo específico para músicas. Ele deverá funcionar mais ou menos da mesma forma que o YouTube Gaming e o Kids.

Essa não é a primeira vez que o YouTube resolve investir em um conteúdo pago, tendo em 2014, tentado lançar o Music Key, que era um streaming de música e custava US$ 7,99, mas que nunca chegou a sair da versão beta.
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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Michael da Silva

Assassinato nos EUA: como YouTube e Facebook lidam com vídeos chocantes?



Uma jornalista e um cinegrafista foram baleados e mortos hoje no estado norte-americano de Virginia no 
meio de uma transmissão ao vivo para a rede de TV da qual eram funcionários. O assassinato foi transmitido durante o noticiário, e o vídeo (cuidado, as imagens são fortes) rapidamente foi parar no Youtube. 

Não foi o único material chocante que se originou desse acontecimento. O próprio assassino gravou o crime e soltou primeiramente o vídeo no Twitter. O site logo removeu a publicação e deletou a conta do assassino, mas as cenas se espalharam pela internet. 

O acontecimento de hoje reacende o debate sobre quais tipos de conteúdos podem ser postados e circular em plataformas como o Youtube e o Facebook - a partir das quais se tornam disponíveis para bilhões de pessoas. Apesar do valor informativo que eles possam carregar, a disseminação da violência embutida justifica sua ampla exposição?

A postura das empresas com relação a conteúdo graficamente explícito e chocante pode ser encontrada em seus Termos de Serviço - uma espécie de diretriz para os usuários, que diz o que pode e não pode ser feito no site. Veja a seguir o que as duas maiores plataformas de vídeo do mundo dizem sobre conteúdo gráfico, violento e chocante:

Youtube

Em suas Diretrizes da Comunidade, o Youtube oferece algumas sugestões sobre como se comportar no site. Com relação a conteúdo sensível, o site enumera sete tipos de pontos a serem observados: sexo ou nudez, conteúdo prejudicial ou perigoso, direitos autorais, conteúdo de incitação ao ódio, ameaças, spam e, é claro, conteúdo explicito ou violento.

Em boa parte dos casos, esses pontos são bastante claros: não postar vídeos contendo sexo ou nudez, contendo informações que incentivem comportamentos perigosos, que infrinjam leis de propriedade intelectual, que contenham machismo, racismo, homofobia, xenofobia, etc.

Com relação a conteúdo violento, porém, o Youtube explica que, como o site está se tornando cada vez mais um local onde "cidadãos jornalistas, documentaristas e outros usuários" postam conteúdo relevante, "é inevitável que alguns desses vídeos apresentem conteúdo violento ou explícito por natureza".

A postura do site com relação a conteúdo desse tipo é que a violência gráfica é válida apenas conforme seja contextualizada e expandida por meio de informações relevantes no título e na descrição do vídeo. "Se um vídeo for explícito ou perturbador, ele deve ser balanceado com contexto e informações adicionais", dizem as diretrizes.

Assim, uma cena como a ocorrida hoje provavelmente só seria considerada aceitável pelo site na medida que seu título e sua descrição explicassem o que estava acontecendo. "No entanto, o envio da mesma gravação sem as informações contextuais e educativas pode ser considerado sem propósito e pode ser removido do site" (dizem as diretrizes). 

A empresa também se reserva o direito de impor restrições de idade a vídeos com conteúdo excessivamente gráfico, e incentiva os usuários a denunciar conteúdos que violem essa política "sinalizando" o vídeo (o que pode ser feito clicando em "mais" abaixo do vídeo e, em seguida, no ícone da bandeirinha).

Facebook

Os Padrões da Comunidade do Facebook ainda deixam a desejar, em termos de acessibilidade, se comparados à pagina colorida e organizada do Youtube. A página, no entanto, oferece algumas linhas gerais do que a empresa considera adequado para seu site.

Em uma Carta aos usuários, a empresa explica que tem como objetivo "criar um ambiente em que não sejam necessárias muitas regras, onde as pessoas do Facebook sintam-se motivadas e capacitadas a tratar cada semelhante com empatia e respeito".

Na seção sobre "Como incentivar um comportamento respeitoso", o Facebook aborda três tópicos: nudez, discurso de ódio e conteúdo gráfico. A empresa é conhecida por ser bastante restritiva com relação a qualquer tipo de nudez, e diz remover quaisquer conteúdos que ataquem pessoas com base em raça, etnia, nacionalidade, religião, orientação sexual, gênero, identidade de gênero deficiências e doenças.

Com relação a conteúdo violento e gráfico, a empresa entende que ele pode ter uma importância por retratar, por exemplo, "abuso dos direitos humanos ou atos de terrorismo", e que muitas pessoas "pessoas compartilham esse tipo de conteúdo para condená-lo ou para conscientizar os outros". 

Por isso, o Facebook diz remover essas imagens "quando elas são compartilhadas por prazer sádico ou para celebrar e glorificar a violência". Em outras palavras, também depende do contexto. A empresa também pede aos usuários que "avisem o público sobre o que estão prestes a ver, caso o conteúdo inclua violência gráfica", e "compartilhem com responsabilidade, escolhendo cuidadosamente quem poderá ver o conteúdo".

A Declaração de Direitos e Responsabilidades do site, por outro lado - com a qual todos os usuários do site concordam tacitamente - diz claramente ao usuário: "você não publicará conteúdos que contenham discurso de ódio, sejam ameaçadores ou pornográficos; incitem violência; ou contenham nudez ou violência gratuita ou gráfica". 

Além disso, a empresa se reserva o direito de "remover qualquer conteúdo ou informação publicada por você no Facebook se julgarmos que isso viola esta declaração [de Direitos e Responsabilidades, link dado acima] ou nossas políticas".
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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Michael da Silva

YouTube renova design de seu player de vídeos na web



Agora é oficial: o YouTube tem um novo player, muito mais elegante, que é praticamente todo transparente, o que faz com que o menu de opções deixe de ocupar tanto espaço da visualização dos vídeos.

Há algum tempo este novo player surgiu para testes, mais precisamente no mês de abril. Ele estava disponível para alguns usuários e para quem fizesse um truque no navegador para enganar o site. Agora ele está sendo distribuído para todos os usuários ao redor do mundo.

Isso vale para quase todos os navegadores, incluindo até mesmo o novíssimo Microsoft Edge, disponível apenas no recém-lançado Windows 10. O mesmo vale para os já tradicionais Firefox e Chrome. 

Se você está lendo em um dos navegadores suportados, o vídeo abaixo já deve apresentar o novo player, o que mostra que a novidade também já vale para vídeos incorporados em outras páginas. Só pela curiosidade, o vídeo abaixo é o primeiro da história do YouTube:


O próprio YouTube já brincou com a novidade em uma publicação no Twitter.
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