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Mostrando postagens com marcador YouTube. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Michael da Silva

Ferramenta de R$ 152 permite criar clone do Spotify


Em novembro, surgiu na internet uma ferramenta simples que permite a qualquer um se tornar dono de uma plataforma de streaming parecida com o Spotify - com o diferencial de que a versão pirata pode ser ainda mais completa que a original.
Trata-se do Youtubify, um script que, como sugere o nome, organiza o conteúdo musical do YouTube em um formato mais amigável (veja aqui um preview).
O script custa US$ 38 (R$ 152) e pode ser usado até por quem não tem conhecimento sobre código e programação. Dentre os recursos disponíveis constam a possibilidade de criar playlists, consultar os novos e principais lançamentos.
Também é possível incluir publicidade no serviço, que pode ser totalmente personalizado. O TorrentFreak encontrou dezenas de sites semelhantes que foram criados com o script, mas o site da codecanyon (onde ele está sendo vendido) informa que mais de 320 pessoas já compraram o Youtubify, então provavelmente existem outros por aí.
Informações de Olhar Digital.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Michael da Silva

PapoTech | Saiba Tudo Sobre Impressoras 3D

Hoje mostraremos o vídeo do canal Área21Tech, apresentado por Matheus o canal já tem 242 escritos e é um ótimo canal para jovens. Confere o vídeo e se inscreva.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Michael da Silva

YouTube Red é oficial: conheça a versão paga do YouTube



Depois de muito se falar no assunto, o YouTube Red, versão paga do YouTube que não terá anúncios e trará conteúdo exclusivo, finalmente foi confirmado e ganhou data de lançamento: 28 de outubro. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 21, num evento em Los Angeles.

Ele será lançado oficialmente no dia 28 de outubro apenas nos Estados Unidos, mas a empresa já avisou que planeja expandir o seu mercado em 2016. A assinatura custará US$ 9,99 nas versões para Android, desktop ou web mobile, e US$ 12,99 na versão para iOS. Os usuários terão acesso ao primeiro mês gratuito.

Funcionando como uma assinatura premium, o YouTube Red também permitirá que o usuário salve vídeos para ver offline. Entre o conteúdo exclusivo que o serviço oferecerá, estão filmes e séries, além de canais de atores e vloggers que já conquistaram público no YouTube.

Outro diferencial do YouTube Red é que ele permitirá que você continue ouvindo um vídeo, ficando no background, enquando usa outros aplicativos. Ele também vai funcionar de forma conjunta com o Google Play Music, o que significa que se o usuário assinar um deles, poderá usufruir dos serviços de ambos.

Outras novidades

No mesmo evento foi anunciado um novo app, o YouTube Music, que deverá ser lançado "em breve", que é um aplicativo específico para músicas. Ele deverá funcionar mais ou menos da mesma forma que o YouTube Gaming e o Kids.

Essa não é a primeira vez que o YouTube resolve investir em um conteúdo pago, tendo em 2014, tentado lançar o Music Key, que era um streaming de música e custava US$ 7,99, mas que nunca chegou a sair da versão beta.
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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Michael da Silva

Assassinato nos EUA: como YouTube e Facebook lidam com vídeos chocantes?



Uma jornalista e um cinegrafista foram baleados e mortos hoje no estado norte-americano de Virginia no 
meio de uma transmissão ao vivo para a rede de TV da qual eram funcionários. O assassinato foi transmitido durante o noticiário, e o vídeo (cuidado, as imagens são fortes) rapidamente foi parar no Youtube. 

Não foi o único material chocante que se originou desse acontecimento. O próprio assassino gravou o crime e soltou primeiramente o vídeo no Twitter. O site logo removeu a publicação e deletou a conta do assassino, mas as cenas se espalharam pela internet. 

O acontecimento de hoje reacende o debate sobre quais tipos de conteúdos podem ser postados e circular em plataformas como o Youtube e o Facebook - a partir das quais se tornam disponíveis para bilhões de pessoas. Apesar do valor informativo que eles possam carregar, a disseminação da violência embutida justifica sua ampla exposição?

A postura das empresas com relação a conteúdo graficamente explícito e chocante pode ser encontrada em seus Termos de Serviço - uma espécie de diretriz para os usuários, que diz o que pode e não pode ser feito no site. Veja a seguir o que as duas maiores plataformas de vídeo do mundo dizem sobre conteúdo gráfico, violento e chocante:

Youtube

Em suas Diretrizes da Comunidade, o Youtube oferece algumas sugestões sobre como se comportar no site. Com relação a conteúdo sensível, o site enumera sete tipos de pontos a serem observados: sexo ou nudez, conteúdo prejudicial ou perigoso, direitos autorais, conteúdo de incitação ao ódio, ameaças, spam e, é claro, conteúdo explicito ou violento.

Em boa parte dos casos, esses pontos são bastante claros: não postar vídeos contendo sexo ou nudez, contendo informações que incentivem comportamentos perigosos, que infrinjam leis de propriedade intelectual, que contenham machismo, racismo, homofobia, xenofobia, etc.

Com relação a conteúdo violento, porém, o Youtube explica que, como o site está se tornando cada vez mais um local onde "cidadãos jornalistas, documentaristas e outros usuários" postam conteúdo relevante, "é inevitável que alguns desses vídeos apresentem conteúdo violento ou explícito por natureza".

A postura do site com relação a conteúdo desse tipo é que a violência gráfica é válida apenas conforme seja contextualizada e expandida por meio de informações relevantes no título e na descrição do vídeo. "Se um vídeo for explícito ou perturbador, ele deve ser balanceado com contexto e informações adicionais", dizem as diretrizes.

Assim, uma cena como a ocorrida hoje provavelmente só seria considerada aceitável pelo site na medida que seu título e sua descrição explicassem o que estava acontecendo. "No entanto, o envio da mesma gravação sem as informações contextuais e educativas pode ser considerado sem propósito e pode ser removido do site" (dizem as diretrizes). 

A empresa também se reserva o direito de impor restrições de idade a vídeos com conteúdo excessivamente gráfico, e incentiva os usuários a denunciar conteúdos que violem essa política "sinalizando" o vídeo (o que pode ser feito clicando em "mais" abaixo do vídeo e, em seguida, no ícone da bandeirinha).

Facebook

Os Padrões da Comunidade do Facebook ainda deixam a desejar, em termos de acessibilidade, se comparados à pagina colorida e organizada do Youtube. A página, no entanto, oferece algumas linhas gerais do que a empresa considera adequado para seu site.

Em uma Carta aos usuários, a empresa explica que tem como objetivo "criar um ambiente em que não sejam necessárias muitas regras, onde as pessoas do Facebook sintam-se motivadas e capacitadas a tratar cada semelhante com empatia e respeito".

Na seção sobre "Como incentivar um comportamento respeitoso", o Facebook aborda três tópicos: nudez, discurso de ódio e conteúdo gráfico. A empresa é conhecida por ser bastante restritiva com relação a qualquer tipo de nudez, e diz remover quaisquer conteúdos que ataquem pessoas com base em raça, etnia, nacionalidade, religião, orientação sexual, gênero, identidade de gênero deficiências e doenças.

Com relação a conteúdo violento e gráfico, a empresa entende que ele pode ter uma importância por retratar, por exemplo, "abuso dos direitos humanos ou atos de terrorismo", e que muitas pessoas "pessoas compartilham esse tipo de conteúdo para condená-lo ou para conscientizar os outros". 

Por isso, o Facebook diz remover essas imagens "quando elas são compartilhadas por prazer sádico ou para celebrar e glorificar a violência". Em outras palavras, também depende do contexto. A empresa também pede aos usuários que "avisem o público sobre o que estão prestes a ver, caso o conteúdo inclua violência gráfica", e "compartilhem com responsabilidade, escolhendo cuidadosamente quem poderá ver o conteúdo".

A Declaração de Direitos e Responsabilidades do site, por outro lado - com a qual todos os usuários do site concordam tacitamente - diz claramente ao usuário: "você não publicará conteúdos que contenham discurso de ódio, sejam ameaçadores ou pornográficos; incitem violência; ou contenham nudez ou violência gratuita ou gráfica". 

Além disso, a empresa se reserva o direito de "remover qualquer conteúdo ou informação publicada por você no Facebook se julgarmos que isso viola esta declaração [de Direitos e Responsabilidades, link dado acima] ou nossas políticas".
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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Michael da Silva

YouTube Gaming, serviço concorrente do Twitch, estreia nesta quarta



O Google apresenta nesta quarta-feira, 25, o YouTube Gaming, um site adjacente ao YouTube que vai concorrer com o Twitch. A ideia desse site veio há um ano, quando eles tentaram comprar o que será o seu principal concorrente, mas perderam para a Amazon.

Disponível para a web e em um app para Android e iOS, o YouTube Gaming terá design inspirado em games trará mais de 25 mil páginas para vários jogos, streamings ao vivo, vídeos promocionais, entre outras coisas. O seu mecanismo de pesquisa também dará prioridade para games em relação aos outros resultados.

Outra funcionalidade do site será o fato de ele permitir que os usuários conversem uns com os outros durante os livestreams. A princípio o serviço ficará restrito aos EUA e ao Reino Unido, mas deve chegar depois a outras partes do mundo.

Via: Olhar Digital
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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Michael da Silva

Youtube avança sobre o mercado de transmissões ao vivo



Maior site de vídeos sob demanda, o Youtube agora está se preparando para engolir outra fatia do mercado de vídeos da internet: o de transmissões ao vivo. Ao site da Wired, o gerente de produtos para consumidores do site, Manuel Bronstein, disse que "[experiências] ao vivo sempre foram uma parte do vídeo (...) e é sempre uma parte muito empolgante".

Este mercado é bastante promissor. O aplicativo Periscope anunciou recentemente que possui mais de 10 milhões de usuários que assistem diariamente a mais de 40 anos de vídeo ao todo. O Meerkat, rival do Persicope, não é tão transparente com seus númernos, mas não aparenta ser muito menor.

No setor específico de transmissões ao vivo de videogames, o Twitch, da Amazon, lidera. O Youtube, no entanto, está começando a desafiar essa liderança. O site está trabalhando em um aplicativo voltado para jogos e pensando em novas maneiras de destacar as atrações "ao vivo" em sua página inicial.

Simplicidade

As ferramentas de jogos são mais voltadas para computadores e notebooks. No entanto, o mercado mobile tampouco escapa do foco do Youtube. O Galaxy Note 5 e o Galaxy S6 Edge+, anunciados recentemente pela Samsung, possuem ambos, em seu aplicativo de câmera,  um botão que permite instantaneamente começar uma transmissão ao vivo pelo Youtube. 

A ideia, segundo Bronstein, é "tornar fácil para que as pessoas apertem um botão e comecem a transmitir". Brian Blau, um diretor de pesquisas da Gartner, considera que o streaming ao vivo deve ser "a próxima selfie". Isso não apenas no sentido de imediatez e simplicidade, mas também por conta do aspecto social envolvido: várias pessoas podem acompanhar ao mesmo tempo uma transmissão, interagindo com o transmissor e conversando entre si.

Infraestrutura

De certa forma, a própria infraestrutura do Youtube já contribui para que ele se torne uma plataforma de transmissão ao vivo bastante competente: seu player de vídeos facilmente acessível e seu sistema de notificações podem ser facilmente adaptados de vídeos on demand para streaming ao vivo.

No entanto, transmissões desse tipo apresentam desafios bastante diferentes: além de exigirem conexões mais robustas, elas também precisam oferecer o mínimo possível de atraso. Um atraso superior a alguns segundos entre algo acontecer na transmissão e isso ser visto pelos espectadores é suficiente para "quebrar o encanto" da experiência.

O site, no entanto, vem testando a sua capacidade para transmitir eventos ao vivo há bastante tempo: em 2012, o site fez uma parceria com a NBC para transmitir as Olimpíadas de Londres. Esse ano, a plataforma de streaming ao vivo do site transmitiu o The International, campeonato mundial de Dota 2, e foi elogiada por transmitir as partidas em Full HD, a 60 quadros por segundo, sem quase nenhum contratempo.
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